quinta-feira, 1 de março de 2012

Succubus!!!




Succubus é um demonio de essência feminina, que pode assumir a forma de uma bela e irresistível mulher. Este tipo de demónio feminino esta relacionado com a sexualidade e a luxúria. O Succubus ataca os homens durante a noite, a fim de ter relações sexuais com eles. Por esse meio, este demónio actua como um vampiro, sugando as energias vitais da sua vítima noite após noite, o que pode levar a mesma a um estado de grande fraqueza ou mesmo á morte.

O demonio Succubus também recolhe o sémen dos homens que ataca sexualmente, para depois inseminar mulheres, com a finalidade de fazer nascer crianças ligadas ao mundo demoníaco. De acordo com o «Malleus Maleficarum», o demonio succubus é um ser das trevas, um demonio feminino adorador do pecado da luxúria, um espírito das trevas que habitando neste mundo se alimenta das energias sexuais e do prazer dos homens, ao mesmo tempo que é responsável pela gestação de seres humanos com essência demoníaca. As crianças nascidas destes actos eram consideradas filhas do demónio, ou seja:

já nasciam bruxas.

Os homens atacados por esse tipo de demónio, acabam sofrendo de distúrbios psicológicos, um estado geral de fraqueza, pesadelos e distúrbios nocturnos. Para alem de se alimentarem das almas dos homens que atacam nocturnamente, o Succubus era também tido como causadora de pragas, mortes inexplicáveis, calamidades e devastações varias. Algumas teses afirmavam que os demónios Sucubus também podiam alimentar-se de sangue humano, participar em orgias profanadoras dos mandamentos de Deus, causar a ruína de lares e famílias, e ser a fonte de maldições e malefícios. Por isso, em certos momentos na Idade Media, o mito dos Sucubus misturou-se com a noção de Lamia e o conceito de Bruxa. Seres míticos que ao longo da história foram de alguma forma associados aos mitos de Succubus.





Não Preocupe-se Em Saber Quem Eu Sou,
Preocupe-se Em Saber Do Que Sou Capaz!!!





Eu Nasci Nas Cinzas Do Ódio Liquefeito
Criada Por Demonios Nos Lares Dos Confins
Recorri Á Foice Da Morte Para ILuminar Meu Caminho 
Machucada Por Feridas Graves Da Vida
Eu Me Tornei A Ressurreição Do Mal
Você Sabe Que Pouco Me Importo Se Vou Viver Ou Morrer!!!


Eu Preciso De Um Bispo Pregando Fogo Para Sair Impune Dos Meus Pecados
Eu Desprezo Tudo O Tudo O Que Vejo Então Pouco Me Importa Se Você Me Odeia!!!


Não Tenho Respeito Pela Humanidade
Eu Vivi Ou Quiz Á Imortalidade
Recorri Á Sombra Da Morte Para Obscurecer Meu Caminho
Todos Os Dias Sou Surrada Até Sangrar 
Vocês Nunca Poderiam Curar A Dor Que Sinto Dentro De Mim!!!




Guiada Pela Morte Eu Caminho Na Noite
Me Mostre O Caminho Para O Seu Paraiso!!!




Eu Acredito No Armagedom ,Eu Fui Batizada Em Álcool
Eu Sou A Encarnação Do Anticristo
Eu Vivo Pela Minha Pró´pria Morte!!!

                                                                                                  

AS 11 Regras Satanicas!!!




Não mais amo, não mais sinto

Vivo a morte em meu sofrer

A vida eu sugo

Buscando o prazer no elixir dessa mundana vida

O mal eu sou

Ao fugir da paz que almejo
Os traços eu confundo nessa escuridão

O que me cerca são apenas sombras, e morte

Os dias se passaram e eu nunca mereci o fim

O meu tempo se foi e todos os pensamentos se anularam

Amando, eu descobri que somente eu poderia me criar

E eternamente me recriar após um simples fim
Corpo leve que possuo

Peso que tenho que carregar

Minha alma está condenada

E o meu fim eu vivo a buscar
Fui o mais bela imortal

Sempre existi consciente em mim

Lágrimas de sangue dos meus olhos rolaram
                                                                                                Juliane Lavey Olliver
                                             Bruxo Lucio Cipriano Anton Szandor Lavey!!!

                               
                                                   



Oração da Quinta-feira
Senhor dos Turbulentos, defende-me dos meus inimigos visiveis e invisiveis! Livra-me dos poderes que são contrarios ao teu bendito dominio na Terra e em outros lugares! digna-te Satã, Senhor Nefando, dar-me a graça de poder triunfar dos que me desagradam! Lança-lhes um raio que os ofusque e os maltrate! Anula-lhes essa vontade de que são possuidos de impedir que eu possa te louvar e cantar as glorias da unica e vera entidade espiritual! Abençoa, Senhor Intangivel, o dia de Hoje e concede-me a serenidade para concretizar vitoriosamente o teu culto de hoje e sempre!
Ethãn!
Ainda Tango....




 Luxúria, sedução, vermelho
As faces voltam-se
Abrem-se as bocas e coram-se as caras.
…os olhares timidamente baixam.

Acaricia o arco as cordas quentes
Em gemidos fúteis

Levanta decidida a cabeça e olha
Mãos na cintura olhar de degola
Vestida de negro para contrastar
Lá vem ela de encontro ao par

Direito na frente duelo de passos
Levanta lentamente e roda nos saltos
Dois toques de mestre no mesmo tom
Frente a frente, tentação e dom

Um rodopio, uma mão na nuca
De encontro ao desejo mão na cintura
Pernas e braços enlaçados em si
Poemas e prosas voltados a ti

Luzes, sombras, gestos
Alguém se esconde…

Eis senão quando o momento fatal…
Mão que escorrega se ajeita e tal
Há burburinhos dos machos em volta
Os olhos da fêmea não mostram revolta

Começa a disputa, a caça, a guerra
Aperta-se o cerco em redor dela
Tenta escapar na fúria da dança
Ele não deixa, rodopia e cansa

Ela empurrada joelho no chão
Alma roubada, falta o coração
Puxa de novo encontra o corpo dele
Olho por olho, pele por pele

Três passos `a esquerda meia volta e gira
Larga-a no próximo que mostrar magia
Punho cerrado e grito de raiva
Tudo se cala…recomeça a dança.

Quatro que tentam, meias voltas em sorte
Movimentos dançantes de vida e de morte
Ele sozinho vem-se aproximando
Os lacaios sedentos a vão abandonando

Eis senão quando acontece o improviso
Toda a matilha se levanta sem aviso
Pares e pares no parceiro mais próximo
Todos alinhados e gritam: E´ nosso!

Acaricia o arco as cordas quentes
Em gemidos fúteis

Sincronizados em tons claros de revolta
Ganham sedutoras em cada volta
No meio de todos passeia de escuro
A voz que conduz escondida no muro

Tudo se prepara para o momento final
O reencontro dos dois no cenário habitual
Os lacaios sedentos preparam o ritual
Ele lá está para o golpe fatal.